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Quem conhece a Realidade

sábado, 18 de março de 2006

O fragmento abaixo faz parte de uma reflexão do Rev. Caio Fábio. Tomei conhecimento dela no grupo Assembléia de Deus do Yahoo. Logo eu que me esforço tanto por entender a realidade, sabendo que dificilmente conhecerei de verdade. A própria bíblia diz que nós conhecemos em parte, mas quando vier o que é perfeito conheceremos por inteiro.
"Somente Aquele que disse “Eu sou a verdade” é que pode dizer que conhece toda a realidade.
Quem jamais conheceu a realidade?
O que nós chamamos de realidade não existe a não ser nos nossos olhos. Porém, se pudesse ser vista por todos os ângulos e variáveis que envolvem a mesma coisa que chamamos de realidade, a nossa percepção de realidade sairia envergonhada pelo desvendamento de sua certeza-do-real como sendo mera e burra arrogância fantasiosa.
O melhor mandamento acerca da realidade é aquele que manda não julgar a ninguém. Assim, se afirma que a maior realidade possível ao homem é a certeza que ele pode ter de não conhecer a realidade.
Uma única mudança de humor transmuda e desfigura o mundo inteiro diante de nossos olhos, ou, paradoxalmente, o torna belo e desejável, apesar de tudo."
Para ler o resto visite www.caiofabio.com, procure o canal Reflexões e escolha o texto: "Quem conhece a Realidade". Tem diversos estudos e reflexões bem úteis.

O Amor é tudo

O AMOR É TUDO

Ozéias de Paula

No princípio era o verbo, e o verbo era Deus
E a natureza já existia nos planos Teus
Desde a maior estrela a mais singela flor
Trançando leis tudo Ele fez por Teu amor
O amor é tudo, feliz é quem amaaaa
Não há barreiras para romper suas chamas
O amor é bálsamo na triste liiiida
O amor é mais o amor é paz, o amor é vida
O amor supera o ódio, através do Teu poder
Tudo ele pode tudo suporta tudo ele crê
Amai-vos uns aos outros Conforme Eu vos amei
Andai na luz, disse Jesus o Rei dos Reis!

Cuidado com teus pensamentos

Essa imagem é impressionante. A primeira ideia que vem à mente é a de riscos, perigos, principalmente, com o que fazemos. Muitas vezes, é comum que os nossos problemas sejam originados e alimentados por nós mesmos, tanto na vida física, quanto na internet.



Por isso:
Cuidado com o que pensas, com o que imaginas, com o que sai de tuas mãos!

Um brinde à loucura

Um brinde à loucura

Loucura. Como defini-la sem ferir, sem constranger, sem ter a sensação de coisa absurda? Sem olhar pro mundo em nossa volta e não ficar perturbado e confuso com o destino da humanidade e até de nós mesmos? Parece paradoxal, mas esta palavra me traz mais prazer do que pavor. Uma grande loucura por amor, como é fascinante, um sacrifício sem igual, tal qual eu me lembro de um ser estranhíssimo perguntando à uma capitã de astronaves se ela faria qualquer coisa por sua tripulação, ela respondeu que sim e naquele instante ele a matou para que esta servisse de alimento a seres sanguinários que, naquele instante, se alimentariam do seu sangue e sua tripulação, assim, escaparia. Loucura, quando Deus entregou seu filho inocente e imaculado por criaturas que o rejeitariam e que erravam e praticavam toda sorte de maldades sem parar e com toda vontade do coração. Loucura, quando você madruga com um amigo seu para que ele não se sinta só e, chegando em casa, apanha, ouve toda sorte de críticas dos seus pais ou de quem convive com você, é castigado, paga um alto preço, que se não fosse o coração, o seu coraçãozinho mandando, de modo algum passaria por aquele sofrimento. Já fez uma grande loucura na sua vida? Vendeu tudo o que tinha para ver o show de um artista que compôs a música que é o retrato fiel das aspirações da sua alma? Eu não recomendo tal atitude, mas na vida isso pode acontecer.
Loucura! Amor cego! Imparcial! Capaz de tudo! De perder a própria vida!? Colocar-se na frente de um tanque querendo detê-lo por amor a uma causa que você ama? Não usar armas por amor verdadeiro à paz! Retirar das ruas o cachorro mais miserável, pulguento e nojento que a natureza já concebeu por ouvir o seu choro? E seu coração contrariar todas as suas vaidades, podendo você comprar os animais de pedigree mais nobre! E se apegar apaixonadamente àquele animal sem beleza alguma?!
E quanto àquele que mais te maltratou, desprezou, espezinhou, àquele cujas ações você sempre reprovou todas? Como a Bíblia diz: que morrer por um bom...é fácil! mas por uma pessoa má, por um bandidão, por um completo canalha, por alguém sem nenhum préstimo, feridento, que não fala, não ouve, fede, dessas pessoas que parecem gosmar por todos os poros. Ah! Quem tem este amor louco?!
Lembro-me de uma bolsa que fiz para vender numa lojinha. Nunca um objeto foi tão vaiado. Era um ramo de flores coloridos, com vários rabiscos de tinta ao redor. Certa vez, ele foi vendido; no outro dia, a compradora voltou nervosa, dizendo que todo mundo questionou por que aquela bolsa, e, deste modo, a trocou. Lá estava ela, a ordinária bolsa de novo. Eu dizia até rindo: será que um dia alguém vai comprar essa coisa? Não obstante etas coisas, eu fiquei tão familiarizado com sua presença. Ela rendeu várias estórias engraçadas. Certa manhã, ela não estava mais lá. Havia sido comprada por uma estrangeira que olhou as bolsas uma por uma, mas só se agradou dela. Hoje, ela está longe, mas fez história. Há tantos detalhes que fazem com que a gente se apegue a coisas aparentemente sem valor, parece loucura pra alguns. Só quem sente pode dizer que é algo que não se pode definir.
Um brinde à loucura! A própria Bíblia diz que a loucura de Deus é mais sábia do que a sabedoria dos homens.

GOLDULA

Estão, com raras exceções, todos eles no mesmo caminho físico. Eles e elas. Minha geração não se cuida? Todos com barriguinha. Vejo minhas fotos, mais da metade do que sou fisicamente não me agrada, se pudesse faria uma recauchutagem geral. A era digital ajuda muito: estou sempre com o corpo encolhido em uma cadeira, comendo, digitando, teclando, jogando ou sem movimentos. Por horas assim. O que fazer? Odeio esforços, adoro sabores, odeio pensar, adoro sentar e encontrar tudo pronto no Google, na calculadora, nos livros. Encontrar os distantes e os desconhecidos, os escondidos, os reprimidos, os doidivanas, todos em um só lugar. Procurar-me, perder-me. E quero notícias dos meus inimigos, quero saber se estão pior do que eu. Sempre achamos que o outro está melhor. Até eles estão engordando! Mas, não suporto ver tanta foto de gente conhecida minha, da minha época, todos engordando. Meus irmãos engordando. Eu gor-DOOO. Pessoas que vislumbrei tão desejáveis: tudo gordinho. Todos fora do padrão comercial de beleza. Do padrão que acalma. Do padrão vendido nas lojas! Ai! Essa saliência da barriga! Esta forma arredondada da barriga! Os atos e artifícios por não mostrá-la. E a foto gritando: GORDURA! O "R! chega a virar "L": GOLDULA! É MENTILA! Não!Naum! Nãoooooooooohhhhhhh! É possível viver numa boa assim? Se quase tudo o que se associa à imagem do gordo é no sentido de ridicularização, ironia, sarcasmo, referencialidade negativa? O que pode nos propor, de repente, o Fat Family, assumidamente gordos, promocionalmente gordos, em dose família? Eu acho uma fofura vê-los cantar e dançar cadenciadamente. Dá vontade de ser um pouco mais gordinho também! Para aquele momento!
 

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