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03 montagens infantis bem-humoradas pra fotos (PNG)

sábado, 16 de maio de 2009

Para baixar clique nos links indicados no 4shared.

OBS: NÃO SÃO MINHAS. FORAM CONVERTIDAS PRA PNG.

http://www.4shared.com/file/105816809/123186e9/Simple_happiness__8_.html


Você é ético? (não se engane: o texto em si vai lhe responder)


Você é ético?

Este é um teste para sua auto-avaliação.
Responda a pergunta final com sinceridade e então poderá auto-avaliar sua moral.
Trata-se de uma situação imaginária. Você deve decidir sobre uma atitude a ser tomada baseada em duas alternativas possíveis.

Caso:

Você está em São Paulo , em meio aos terríveis momentos de enchentes que normalmente ocorrem na cidade .
Você é um repórter fotográfico que trabalha para a CNN e está desesperado em meio ao caos (pessoas pedindo socorro, carros sendo arrastados pela correnteza) e tirando as fotos mais impactantes.
A água cobre a principal via de trânsito e envolve pessoas e veículos. de repente, em meio ao caos, você vê num jipe o Lula, o José Dirceu e o Delúbio.
Eles lutam, desesperadamente, para não serem arrastados pela correnteza, que segue direta para um enorme buraco que a tudo engole, entre lama, lixos, pedras. E eles estão sendo arrastados inexoravelmente. Você tem a oportunidade única de resgatá-los.
Mas tem também a oportunidade única de tirar uma fotografia jornalística, seguramente ganhadora do Prêmio Puzlitzer, que te faria famoso no mundo inteiro, ao mostrar o flagrante inédito DA MORTE de tão famosos políticos.
Não dá para titubear e nem fazer as duas coisas: salvar e fotografar.

Pergunta:

Baseado em seus princípios éticos e morais, na fraternidade e solidariedade humanas, que devem ser o forte das pessoas generosas, responda sinceramente:

VOCÊ FARIA A FOTO EM PRETO E BRANCO OU COLORIDA?

Montagem para foto, cartaz Cantai ao Senhor um cântico novo (PNG)

Adorei fazer esse frame. Gostei do resultado final. Espero que gostem!

DOWNLOAD: 4SHARED.

Quando esmagamos o nosso futuro


Quando se pensa sobre o futuro, é mais comum se pensar sobre o que faremos, o que teremos, como estaremos e o mundo como será: mais doenças, mais corruptos, mais miséria, mais crises, mais perdições, mais e mais capacidade do homem se superar em termos de injustiça, maldade e destruição. Mais nações empobrecidas, os mesmos ricos que fazem e acontecem, cujos escândalos alimentam fantasias e desejos de encarnação material; os mesmos pobres que só têm tempo de ser explorados, sobrevivem agredidos e revidam uns nos outros as agressões sofridas.

No meio disso tudo, sempre surge um ou outro heróis que nos faz esquecer do quanto sozinhos podemos ser impotentes. E do quanto unidos poderíamos ter alguma forma de mudança. Infelizmente, é fácil participar de passeatas em prol da paz e soltar fogos no dia da Confraterniação Universal, abraçar os correligionários em festas pra vários "jesuses" verem e deixá-los cada vez mais sozinhos em suas já abjetas solidões.

Quando vi essa foto imediatamente me lembrei da questão da gratidão de ter onde repousar minha cabeça, e ter a certeza de que terei comida sempre que tiver fome. Quer dizer, não estou excluído desses direitos fundamentais do ser humano.

Se pensarmos a criança como o nosso futuro, e olharmos essa foto, é fácil concluir que "pisamos sobre o nosso futuro", esmagamos, sem qualquer sensibilidade, o ente fundamental da nossa existência, que é o outro que ainda está em formação, que na nossa velhice carregará sobre suas costas os trabalhos e atividades que movimentam a sociedade. O nosso futuro não é isolado.

A criança está quase esmagada pelo concreto. Como tudo que é indesejável, está oculta aos nossos olhos. Mas, nem sempre está assim. A postura mais comum das pessoas hodiernas é não participar de nada, apenas criticar e jogar pedras naqueles a quem se atribui o poder de fazer algo. Mas, continua impassível, sua parte terminou no simples ato de votar. Isso quando não vende ou troca seu voto por favores pessoais.

É normal cair na crítica fácil, mas e nós o que fazemos? Vou fazer um belo texto como do irmão X ou Y, vou divulgar powerpoints, slides, mensagens e informações para os que têm acesso á internet: "net caritatis"!! Eles vão chorar, eu tenho certeza! Eu chorei ao ver isso, fiquei mais alegre pelo que tenho. Sua sensibilização, minha sensibilização vai mudar o quê se nada de prático eu, você fizermos?

Isso me lembrou também de Lázaro, o morto que Jesus ressuscitou. Jesus removeu a pedra que cobria o morto! E o morto passou a viver, a ver, a se movimentar. Nesse aspecto é preciso tomar atitudes práticas de gente viva. Exercer cidadania. Cobrar de verdade das autoridades. Saber o que está sendo feito na sua cidade, propor ações. Orar, reunir pessoas, conscientizá-las da participação ativa, da participação verdadeira e não da participação cúmplice e descomprometida.

Muito se fala sobre a importância do silêncio, mas o silêncio pode ser ainda mais criminoso quando nos calamos diante da injustiça, diante dessa força que conduz as vidas a precipícios, exclusão, fome, sede, doenças.

Gravata de bispo, pastor, prefeito, deputado, batina de padre, bíblia na mão, canudinhos, a síndrome de boa família, discurso bonitinho na Globo, na ONU, nenhum símbolo religiosos ou de poder apaga as imagens abundantes de bilhões de seres humanos excluídos da vida.

Pena, choro, não vai resolver coisa alguma se eu, você não tomarmos nenhuma atitude prática. Dar esmolas resolve umas seis horas da vida de alguém, que talvez nunca mais você veja, mas nunca impediu a perda de milhares de vidas para o desprezo que a humanidade tem pelo outro, por mais que ela critique as mazelas sociais e os governos.
(Jackson Angelo)

Obama volta atrás e não permite divulgação de maus tratos dos prisioneiros

Obama volta atrás e não permite divulgação de maus tratos dos prisioneiros no Iraque e Afeganistão. O tempo mostra, às vezes nem totalmente, quem é quem, e o que está por trás da imagem redentora de tantos homens que passaram pela história.
Por trás dessa aura de bondade, heroísmo, democracia, avanço contra a discriminação, de inclusão, a começar pelo próprio país, depois se estendendo a outras nações, Obama concentra em sua imagem física, comportamento e espetacularização da mídia o ícone perfeito para reconquistar uma imagem salvadora e heróica dos Estados Unidos perante o mundo.
Deu na BBC:
O presidente americano, Barack Obama, mudou de ideia e decidiu não permitir a divulgação de novas fotografias mostrando soldados americanos cometendo maus-tratos contra prisioneiros no Iraque e no Afeganistão durante a administração de George W. Bush, disse a Casa Branca nesta quarta-feira.
Mais informações:
Último Segundo
Blog do jornalista Luiz leitão (recomendo). Leitão declarou em sua postagem:
Na minha opinião, o presidente Obama cometeu dois erros a respeito da questão da tortura. Primeiro, declarando que os agentes da CIA não serão processados, o que não é sua atribuição, isso é assunto para o Judiciário. Segundo, seu recuo na publicação das 2.000 fotos de abusos a prisioneiros. Ele se equivocou ao deixar de ponderar que, de uma forma ou de outra, as fotos acabariam vazando.

A importância social do compartilhamento de arquivos

Um arquivo ou é basicamente comercial ou gratuito. O compartilhamento de arquivos também pode envolver produções próprias. Mas, há muito comércio disfarçado de compartilhamento. Participei de sites que começaram disponibilizando tudo de modo gratuito, depois passaram a cobrar por serviços especiais, como arquivos hospedados em hosts próprios, mais fáceis e rápidos de baixar, etc.
A capacidade de reunir um acervo valioso e raro é tentadora, senão única. Há alguns sites, que por motivos éticos não vou citá-los, que agregam conteúdo ímpar no mundo, por ex. na música, com coleções de artistas que as gravadoras e os ditames comerciais atuais sequer deixariam chegar perto. Cito um cantor europeu "mirim" que nunca gravou apenas uma fita cassete que foi digitalizada por um senhor "X" em mp3 e compartilhada na Usenet em um newsgroup espanhol e confesso que amei a voz do menino; ele era um tipo de cantor lírico que havia vencido numa época bem anterior à internet um concurso de música. Infelizmente, não sei onde está esse cd agora. O Hillsong, meu grupo favorito, conheci graças a esse compartilhamento. Fora que os arquivos chegam bem contextualizados, principalmente quando é feito por fãs. Os cds do tipo rare and unreleased nasceram assim, no meu entender, fãs gravaram bootlegs de seus ídolos e compartilhavam aqueles momentos únicos dos shows e apresentações em TV. Uma música que o artista nunca cantou antes, uma versão inimaginável, que nunca vai ser gravada, essas coisas falam muito pra quem é fã. Infelizmente, a indústria vive muito em função de padrões. Antes da internet, as versões com músicas raras dos artistas eram caras e consideradas obras de colecionador. Os produtos possibilitados pelo compartilhamento de arquivos podem ser muito inteligentes e gerar uma expectativa e um nível de satisfação muito grande no usuário. As empresas, talvez por carência de criatividade, preferem repelir todo esse movimento por meio da violência e constrangimento, expondo os que conceituam como malfeitores como exemplo do que acontece com aqueles que desafiam a ordem estabelecida pelas instituições capitalistas.
Outra característica única do compartilhamento é que o usuário é colocado dentro do processo de seleção do repertório, de edição do conteúdo, enquanto na grande mídia, ele fica de fora e as produções se baseiam em conhecimento ainda congelado e mecânico do público. É preciso que o comércio se adapte e recupere o tempo perdido e mal aproveitado em perseguições, que nunca vão acabar principalmente porque tornam o usuário de internet uma espécie de mártir das coisas que ele gosta, apesar dos seus erros em termos de normas. E ao invés de só ver o lado negativo, encare o compartilhamento como uma forma de melhor divulgação dos artistas, de conhecer melhor as expectativas dos usuários, para que as empresas repensem suas práticas de capitalização e planejem uma oferta mais atraente com serviços e produtos mais arrojados e convincentes, mais antenados com o usuário atual.
Por outro lado, a lei deve ser respeitada, mas deve tentar ver e compreender também o lado bom da coisa. Conheço vários artistas, ritmos e possibilidades de interação com a arte e com o mundo que só foi possível graças a esse poder de quebras barreiras alfandegárias, comerciais e geográficas (muito mágica!) da internet.
Pra quem é estudante essa facilidade de aquisição de material inaugurou um período de retrocesso, uma contra-revolução digital. Hoje, os professores desconfiam dos trabalhos digitados e exigem que o aluno assassine os avanços obtidos com a existência de editores de texto, por conta da hiper-reprodutibilidade dos textos encontrados na internet. Estamos de volta às mãos doloridas de escrever, galerinha!
De certo modo, todo essa fobia do corpo docente tem fundamento. A própria leitura foi aniquilada. Nem é preciso mais ler, apenas miniblogar o conhecimento através de palavras-chaves, com que se cavam e exploram as minas do Google e de tantos outros buscadores.
Contudo, há os que tiram proveito construtivo dessa facilidade e ampliam seu leque cognitivo, com leituras de materiais na própria língua e, através de tradutores online, com pesquisas nas principais línguas do mundo contemporâneo. Isso quer dizer, que não é possível apenas ficar restrito ao modo de ver, raciocinar de uma única cultura ou região, existe a possibilidade de contato com essas múltiplas formas de ver e ser.
É fácil baixar os livros que costumeiramente são exigidos nos vestibulares, inclusive com resumos e com interpretações as mais variadas. Há vários sites que oferecem serviços para hospedar arquivos e foram eles um dos meios mais eficientes pra compartilhar livros e outras mídias. São serviços prestados, por exemplo, pelo 4shared.com, google.groups e uma infinidade de outros. Esses serviços são frequentemente monitorados e muitos deles apresentam opção para deletar arquivos com conteúdo ilegal.


 

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