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Balloon fetish (inflatofilia) - uso de balões ou objetos infláveis na prática sexual

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Sei que o que to postando não tem nada a ver com o blog. Mas, tomei conhecimento de ontem pra hoje e resolvi me informar a respeito.
O objetivo é apenas compartilhar conhecimento. Não faço apologias à prática. Nem posso me colocar aqui como um oponente. Quero apenas falar sobre um assunto da esfera sexual, como qualquer ser humano faz.
O balloon fetish ou inflatofilia é um fetiche sexual caracterizado pelo uso de balões ou objetos infláveis.
Conforme Wikipedia, "(...) é um fetiche sexual onde o portador se excita ao ver e tocar balões de látex (bexigas, bolas de festa). Na Internet seus adeptos se auto-denominam Looners!.
Como tudo que é novo, fico chocado com a criatividade humana, ou melhor, a fraqueza humana de sempre adicionar elementos impensáveis à sua forma de amar e fazer sexo principalmente.
Embora não seja um assunto novo, já rola muitas informação na net a respeito, ainda não é assunto de família, de escola. Embora, talvez alguns o pratiquem sem mesmo conhecer a denominação de sua prática. Ou talvez os que têm esses desejos e fantasias nem desconfiem que não estejam assim tão sozinhos no universo. Sempre que alguém se vê fora dos padrões, existe muita possibilidade de dissimulação, frustração e expectativa de inaceitação e exclusão social.
Confesso que me informando sobre o assunto, não achei, digamos, a predisposição, tão anormal assim, no sentido de colocar em risco a integridade e a saúde das pessoas. Sou evangélico, mas não vejo mal em procurar saber sobre o assunto, até pra que eu possa falar dele com clareza. Afinal, quem sabe pode ter um looner (praticante de ballooon fetish) bem pertinho de você, na rua, no trabalho ou mesmo na família? Só não sei até que ponto algo que foge aos padrões pode apresentar ou não seus distúrbios, confusões e vontade de libertação.
Talvez, viajando nessa possibilidade, essa prática tenha a ver com a maciez dos balões, os formatos quase orgânicos que eles podem adquirir. Sua comum e inerente associação com festas, comemorações. O que não pode faltar numa festa infantil? Balões. Já numa festa adulta, eles ficam muito esquecidos, aliás, chega a ser impensável, principalmente se for uma festa pra um homem. Aí só um bom estudioso do comportamento humano pode responder.
Em http://divaesex.blogspot.com/2009/04/fetiche-inflatofilia-baloes.html, a autora comenta que:
"O interessante é que o balão contém muitos elementos eróticos, como surpresa, tensão, medo e excitação. Um balão inflado é similar à consistência da pele humana, a textura pode sugerir um seio, pênis, ou uma bunda. A flexibilidade e capacidade de expansão fazem do balão um bom objeto para a masturbação. Quanto mais apertado e prestes a estourar o balão inflado está, maior fascínio exerce. O cheiro do látex e do gás, e o som do balão de encontro ao corpo também podem despertar o desejo nestes fetichistas."
Na página http://www.carolyneferreira.com.br/blog/2008/01/looners-o-sexo-sempre-me-surpreende.html, alguns looners expõem suas opiniões e experiências com o fetiche.
Principal fonte: wikipedia

De todo modo, o capitalismo absorve tudo, sempre atento a cada desejo. Existe um universo inteiro de bens de consumo, tais como sites, programa de TV na Playboy, balões e mais balões. Logicamente existem lojas especializadas, com material apropriado, tudo o que um ramo do comércio tem direito.
Peço desculpas desde já se feri alguém, se disse algo equivocado. Repito, é apenas pra tomar conhecimento, por mais inútil que possa parecer. Os tempos são difíceis e a gente tem que tá informado, de algum modo, sobre as coisas que acontecem nessa louca sociedade moderna.
Isso não é motivo pra desconfiar das festas em que têm muitos balões. Peraí! !!!

Texto emocionante e criativo vencedor de concurso de redação em Joinvile (ótimo)

Os dois textos em ASCII apresentados aqui foram feitos por mim
E podem ser copiados e colados no Word do Office ( o editor
de textos da Micrososft).

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ASCII de Jackson Angelo


Autor do relato sobre o texto: desconheço a autora

Ela cita um texto texto de uma jovem de 14 anos, que venceu um concurso de redação da rede municipal de Joinvile-SC, segundo se comenta nos sites de internet. O texto é lindo, e considero eterno, me refiro ao texto da aluna. Se bem que o relato emocionado da senhora que comentou o texto também é digno de registro. Desculpem se não deixe claro isso inicialmente, tive que reeditar a postagem.

"Estou velha.
Não gosto dos sem terra. Dizem que isto é ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, parando estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil.
Estou velha.
Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo se passar por negros.
Estou muito velha.
Não quero ouvir mais noticias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os ouvidos e fecho os olhos, mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, ou de uma menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Ou de meninos esquartejados pelos pais por serem 'levados'...
Meu coração não tem mais força para sentir emoções. Me sinto mais velha que o Oscar Niemeyer. Ele, velho como é, ainda acredita em
comunismo, coisa que deixou de existir.
Eu não acredito em nada.
Estou cansada de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carro, e outros bens, todos adquiridos com honestidade, por ser amada por meus filhos e netos.
Nada mais me comove... Estou bem envelhecida.
E acabo de cometer mais um erro! Descobri que ainda sou capaz de me comover e de me emocionar. O patriotismo de uma jovem de Joinville usando a letra do Hino Nacional para mostrar o seu amor pelo Brasil me comoveu.
Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: "Dai pão a quem tem fome'.
Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros verde amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo. Leiam o que escreveu essa jovem. É uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que é este sentimento cívico.
(observação minha: aqui ela começa com o texto da aluna)
"Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar: O que houve, meu Brasil brasileiro? Perguntei-lhe!
E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo... Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores. Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante.
Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes? Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil.
Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula. Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim.
Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei... Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais... Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?
Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.' Mesmo que ela seja a última brasileira patriota, valeu a pena viver para ler o texto. Por isso estou enviando para vocês.
Detesto correntes na Internet...mas agora que me tornei uma velha emocionada, vou romper com este hábito.
De alguém que ama muito o Brasil.'

Um pouco do texto em ASCII Art



ou velha. o gosto dos sem terra. Dizem que isto é ser reaciorio, mas não gosto de
vê-los invadindo fazendas, parando estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repar
tições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil. Estou velha. o acredito
em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem jul
ga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho qu
e a cor da pele o pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser
fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo se
passar por negros. Estou muito velha. o quero ouvir mais noticias de pessoas morrend
o de dengue. Tapo os ouvidos e fecho os olhos, mas continuo a ouvir e ver. Não quero s
aber de criaas sendo arrastadas em carros por bandidos, ou de uma menininha jogada p
ela janela em plena flor de idade. Ou de meninos esquartejados pelos pais por serem 'l
evados'... Meu corão não tem mais foa para sentir emões. Me sinto mais velha que
o Oscar Niemeyer. Ele, velho como é, ainda acredita em comunismo, coisa que deixou de
existir. Eu não acredito em nada. Estou cansada de quererem me culpar por não ser pob
re, por ter casa, carro, e outros bens, todos adquiridos com honestidade, por ser amad
a por meus filhos e netos. Nada mais me comove... Estou bem envelhecida. E acabo de co
meter mais um erro! Descobri que ainda sou capaz de me comover e de me emocionar. O pa
triotismo de uma jovem de Joinville usando a letra do Hino Nacional para mostrar o seu
amor pelo Brasil me comoveu. Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na r
ede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: 'Dai o a quem tem
fome'. Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 ano
s de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir
um texto, que demonstra que os brasileiros verde amarelos precisam perceber o verdadei
ro sentido de patriotismo. Leiam o que escreveu essa jovem. É uma demonstrão pura de
amor à tria e uma lão a tantos brasileiros que não sabem mais o que é este sen
timento vico. 'Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o no
sso Brasil chorar: O que houve, meu Brasil brasileiro? Perguntei-lhe! E ele, espreguiç
ando-se em seu berço espndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, resp
ondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: Estou sofrendo. Vejam o que eso fazend
o comigo... Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores. Meu po
vo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e bri
lhava no céu a todo instante. Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes? Eu e
ra a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho
meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil. Eu
era gigante pela ppria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de co
ragem que às margens pcidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto
para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.
Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim. Era noite e pude
ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado
. Pensei... Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais... Quem nos


 

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