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Hipster - Vítimas ou amestradores do Fashion?

sábado, 18 de julho de 2009

Gente boa, hoje tou com muita coisa para postar, infelizmente a conexão não deixou. Nem deixa. Quanto às molduras, montagens e afins nada fiz porque o Photoshop tá meio bichado. Pra quem não entende, bichado é quando algo da internet ou algum programa digital não funciona de modo algum, ou cai abruptamente, perde dados, coisas assim, caindo seguidamente. Vou tentar consertar isso amanhã, porque tou absolutamente sem paciência nesse momento.
Talvez eu só envie algumas molduras que já tão prontas.
Aproveitei e passei o dia inteiro me recuperando de uma gripe muito forte. Ainda bem que até aqui é uma gripe comum. Meu medo é que sou muito frágil pra essas enfermidades. Espero que Deus me guarde da gripe A e a todos vocês.
Entendo com minha visão limitada que a moda atual, não essa que é ditada por novelas e revistas, me refiro à moda da turma da rua, das escolas, do dia a dia, de gente que tá procurando cada vez mais se vestir como quer, afinal também "pensamos, também inventamos, também temos critérios loucos, fora da padronização mecanizada e eufórica dos estilistas".
Vimos tanto que, hoje, somos capazes de fazer algo para ser visto. Também reproduzimos os conceitos e misturamos como quem mistura bebidas de um e de outro.
"Vemos o que é usado nas ruas de Tóquio, temos à nossa disposição o bom gosto dos feirantes, do que sempre resta de um ano e outro. Vemos os heróis se vestindo dramaticamente. Temos ainda o carnaval, as festas de fantasias, os sem-teto que aproveitam tudo o que podem. Lemos sobre reciclagem sobre conservação dos recursos naturais, sobre tatuagem, sobre os limites da loucura e normalidade. Mas ainda não sabemos como juntar tudo isso."
Nesse cenário de mutações e mutações, misturas e misturas, eu e meus eus, surgem os hipster. O termo surgiu pela primeira vez em 1940, se referia a músicos de jazz, particularmente do jazz moderno, que se expressavam por meio de um modo de se vestir particular, com modo de vida, bem específico, marcado pelo uso de gírias, humor sarcástico, uso de maconha e outras drogas, códigos de relações sexuais específicos, etc.
Modernamente, nos anos 90 até aqui, o termo foi adotado para designar, descrever, de diferentes formas, geralmente jovens (mas isso já ficou pra trás, até velhinhos já entraram na onda), de classe média (que nada, até mendigo tá nessa!), com interesse em uma forma particular de se vestir, diferente do que é ditado pela mídia, pelas leis do convencional, com interesse em música alternativa, rock independente, filme independente, droga independente, vida independente.
No Brasil, o hipster é encarado por alguns sites e algumas pessoas com preconceito e sem conhecimento do que seja um hipster. Expõem comumente os hipsters como pessoas ridículas, que se vestem de modo ridículo, que fazem coisas ridículas!
Acredito que é possível ser hipster sem ser ridículo. E se o sujeito tem esta intenção de ser ridículo, acho que a escolha é dele. Talvez o problema esteja no fato de que elas dão algum Ibope.
Algumas vezes, a pessoa só quer brincar..... Conheço jovens assim..... mesmo aqui na Paraíba. Um chegou a me dizer: "Cara, isso é só uma roupa! Não leve tão a sério!"......... Ok!!! Respondi eu!!....
O americano Christian Lorentzen escreveu um artigo intitulado 'Por que os hipsters devem morrer? na publicação online da New York Time Out (http://newyork.timeout.com/articles/features/4840/why-the-hipster-must-die). Nele, Lorentzen afirma que é difícil se chegar a uma definição precisa do que seja um hispter, por se tratar de um termo mutante, um caldeirão de estilos, gostos e comportamentos.
É como se as gerações atuais vomitassem, de modos variados, todas as tendências de estilos grunge, gay, hippie, yupie, punk, Dior, Versace, gospel, beat, etc., em forma de expressão cultural, de roupa, de anarquismo social independente, sem se importar com os estereótipos ou mesmo querendo se aproximar, estar dentro desses estereótipos.
Mais informações: http://es.wikipedia.org/wiki/Hipster_(subcultura_contempor%C3%A1nea
Obs.: a página acima indicada está em espanhol.

Barack Obama ainda jovem (fotos)


Fumando, jovem, sem aparentar grandes aspirações.
Sabem isso me convenceu de que nunca sabemos onde as pessoas podem chegar. Talvez nem a gente mesmo saiba sobre nosso próprio potencial.
Ou quantas vezes podemos estar diante do nosso futuro vereador, prefeito, até presidente!
Por mais ignorante, excluída, esquisita que essa pessoa possa parecer... aos nosso olhos!
As fotos foram tiradas em 1980, pela aspirante a fotógrafo e atualmente psicóloga Lisa Jack, na cantina do Ocidental College, em Los Angeles.

Como se fabrica a seda? (fotografias e informação)

Esse é um resumo da postagem: Como se fabrica a seda?, disponível em: http://naturezamor.blogspot.com/2009/07/como-se-fabrica-seda-fotografias-e.html.
Se quiser ver completa, por favor, acesse a página acima!

Sempre fui fascinado por seda. O preço pouco acessível é justificado pelo método de obtenção muito caprichoso dos fios, o que o torna uma das matérias primas mais caras do mundo, e pela beleza evidente e única dos tecidos feitos com o fio do casulo dos bichos-da-seda. Apesar de toda mecanização alcançado no processo de produção, o processo fundamentalmente ainda é o mesmo nos últimos 5000 anos.
De uma forma bem tosca, pode-se dizer que o conjunto de técnicas e estudos para criação de bicho-da-seda bem como extração e comercialização dos fios se chama sericultura ou sericicultura.
Basicamente, para que o bicho-da- seda produza a seda é necessário que exista uma árvore, a mais comum é a amoreira, em que as mariposas podem depositar seus ovos nas folhas dessa árvore. Esses ovos darão origem às larvas do bicho da seda. O bicho-da-seda então tece o casulo. Os casulos, então, são retirados da árvore e colocados para secar. Ainda com o bichinho da seda vivo, são postos para cozer. Esse cozimento mata as larvas e facilita o esticamento dos filamentos do casulo, pois amolece uma substância chamada sericina. Esses filamentos sã unidos pela sericina e formam um fio de seda. Para formar um carretel de linha completo o é preciso utilizar de seis a sete casulos. Os fios obtidos são brancos e podem ser tingidos depois.


 

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