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Monstro meu

segunda-feira, 24 de julho de 2006

Monstro meu, monstro meu
Mostre-me, mostre-me
Mostre-me

Mostre-te, mostre-te

Morte on me

Morte-me

Monstro eu, monstro eu

Dentro de mim

Quer me matar, me ferir

Quer-me, me quer, mal me quer

Nenhum bem me quer

Monstrouros, monstouros

Estouros, do inferno cruéis besouros

Esconde-te, esconde-me

Leva-me longe de mim
Leva-me pra si em mim
Não sou eu, sou eu, sou eu

Não eu,

Monstro meu

Eu!
Sou eu
Que não quero te ver

Não quero me ver
Eco do ego
Ego sou
Cego ser quero ser

Ruge, grita, aflige,
Amargamor
Amargor
Amargura

Agrura

Gruta de dor

Culpa

Desamor

Monstro meu

Solidão sólida
Meu monstro eu
Jackson Angelo

Jesus, eu te adoro!!!!!!!!!!!!!

sábado, 22 de julho de 2006


Hoje, me sinto simplesmente feliz
Não preciso explicar a razão
Não consigo querer explicar
Não consigo ter raiva
Sinto-me aquecido
Não pretendo fazer poesia ou prosa
Não sei fazer tais coisas
Nem seguir paradigmas
Estou feliz
Feliz! Feliz!
Quiseram me machucar
Mentiram, maquinaram males e destruição
Em vão, pois Deus me protegeu de tudo
Travei renhidas guerras
Venci, nem sei como
Gênio, ignorante sem humildade
Clichê de mim mesmo, imitativo
Criativo ou sem originalidade,
Que importa isto?
Sou escolhido por Deus do jeito que Ele, o próprio Deus, quis
Que posso fazer?
Comemorar minha garantia de eternidade ao lado do meu criador e salvador
Jesus, esta é a luz da minha vida
Esta é a minha alegria
A minha força
A minha proteção, auxílio
Pai, irmão, companheiro fiel
Libertador
Estou feliz!
Não como este mundo impõe
Só Ele importa!
Jesus, eu te adoro!!!!!!!!!!!!!
Jackson Angelo

Recortes bêbados: O Grito

sexta-feira, 14 de julho de 2006


Pena que não posso gritar aqui o que quero
Não que não exista confiança
Porque não tenho uma resposta ABSOLUTA
Se é que existem respostas absolutas
Hoje eu queria mergulhar na mais densa cachoeira
E ouvir o canto dos pássaros que nunca ouvi
Os tão falados pássaros das florestas e bosques
Que povoam e voam em jardins oníricos:
Quimeras e fantasias, desejos e quereres
Eu sei que existe o grito da liberdade
O grito da vitória
O grito do silêncio
O grito da dor
O grito da alma
E já não sei se vale à pena gritar

Gritei! Eu pude ouvir o meu grito
Eu tremi quando gritei
Eu inchei, peguei fogo, esfumacei
Eu olhei tudo ao redor
Apesar de ter ficado cego
O grito ecoou...

O problema, então, pode estar nos ouvidos
Ou no que foi gritado
Indiferença...............


Queria hoje mergulhar em um infindo mar
Nele me misturar e pra sempre navegar

Como um bolha informe e alegre
Ainda não cheguei no porto
Onde me esperam família e amores
E a minha caminha em que tranquilo repousarei

Bêbado! Sei que estou bêbado
Eu bebi meu veneno
Eu me envenenei
Eu hibernei no meu sepulcro
E de lá enviava meu espírito pra me apavorar
Bêbado de mim mesmo
Do meu "euismo", egoismo,
Dos meus nojos, vômitos e vertigens
Febril, sem saber como agir
Grito
Engolido grito, bebido grito, sumido grito
Não sei o que falo
Não sei falar mais
Não sei se falo
Não sei se calo
Não sei se grito
Porém, GRITO!

Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!
OOOOOOOOAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIII!!!!!!
AAA!
AHHHHH!!!!
 

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