Pesquisar neste blog

03 molduras calmas, cheias de quietude (PNG)

domingo, 7 de dezembro de 2008

Download: clique nas imagens!
Não são comerciais.
user posted image,user posted image
user posted image

"Os imitadores" - Wigger, posers e wannabes (O que é isto? comportamento)

Primeiro, tem um site que tem como lema "as mais engraçadas fotos de wiggers, posers e wannabes na net" (The Funniest Pictures of Wiggers, Posers, and Wannabes on the Net!):
http://www.lolwigger.com/
1 - Wigger - é um acrônimo de língua inglesa, originado da expressão "White person pretending to be black" (pessoa branca pretendendo ser negra).
Wigger (alternativamente soletra-se wigga, whigger ou whigga) é uma gíria pejorativa para uma pessoa branca que alofilicamente (ver alofilia) emula, imita maneiras, trejeitos, gírias e usa roupas estereotipadamente associadas à cultura afro-americana urbana, à cultura negra britânica e caribenha, especialmente em relação à cultura de hip hop. (Bernstein, Nell: "Goin' Gangsta, Choosin' Cholita", Signs of Life in the USA: Readings on Popular Culture for Writers, 5th ed. 605. Obra citada como referência na Wikipedia).
O termo provavelmente se origina de portmanteau (palavra-valise) da palavra branco e o termo depreciativo nigger. A palavra é considerada ofensiva por alguns por causa de sua semelhança com nigger além de refletir noções estereotipadas sobre os negros urbanos.
Conforme o site http://www.nationmaster.com/encyclopedia/Wigger (tradução "adaptada" minha):
"O fenômeno de pessoas brancas que adotam amaneiramentos estereotipados dos negros, gíria, e vestuário aconteceu em várias gerações desde que foi abolida a escravidão no mundo ocidental. O conceito foi documentado nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e outros países de maioria branca. Uma forma "antecipada" deste fenômeno ocorreu na música de jazz produzidas nos ano 20 e 30. Foi visto depois no Zoot suiter dos anos trinta; o hipster dos anos quarenta; e o beatnik e rock and roll dos anos cinqüenta."
Obs. Portmanteau - significa palavra-valise. Ver: http://www.sualingua.com.br/02/02_jogos.htm " [...] é aquela formada pela união de elementos de duas outras palavras. Geralmente se usa o início de uma e o final da outra. Trouxemos bit (binary digit) e motel (motor hotel) do inglês; aqui, formamos portunhol (português + espanhol), intelijumento (inteligente + jumento), estagflação (estagnação + inflação), aborrescente (adolescente + aborrecido). Millôr Fernandes iniciou a moda de montar palavras-valise imaginárias (cartomente - uma adivinha que nunca diz a verdade) ou interpretar palavras comuns como se tivessem essa dupla construção: cerveja - sonho de toda revista; melancólica - dor de barriga provocada por excesso de melão; presidiário - indivíduo preso todos os dias. Wikipedia também é um exemplo de portmanteau. Ela é formada pela união das palavras wiki.
Site de wiggers para wiggers: http://wiggerlover.blogs.com/index/

2 - Posers - das categorias dos "imitadores" foi a que eu mais "gostei "e achei super comum, apesar de não achar normal. Aliás, por conta das implicações e ditames culturais, fica complicado, complexo identificar onde somos nós mesmos e onde somos imitação. (fala minha!!)
Um poser ou poiseur é aquela pessoa que quer ser o que não é. É um termo pejorativo. De acor com a wikipedia, o termo é freqüentemente usado nas subculturas musicais de punk, metal pesado, e hip hop para descrever uma pessoa que habitualmente finge ser algo ele não é. O termo é usado se referir a uma pessoa que adota o vestido, fala, amaneiramentos de um grupo ou subcultura, geralmente por atingir aceitabilidade dentro do grupo, contudo ele é julgado por não compartilhar ou entender os valores ou filosofia do subcultura. Quando sua inautenticidade é percebida, ele é visto e tratado com desprezo pelos membros daquela subcultura. A definição do termo e a quem deveria ser aplicado é subjetiva e o assunto é motivo de muito debate.
O termo não se restringe a subculturas musicais; alguns sites apontam que o temo é genérico e pode representar toda pessoa que quer ser aqui8lo que não, e faz isto por meio da imitação de forma de falar, de se vestir, de ser, de expressar afeições que não são seus verdadeiramente.
Isto acontece no Brasil? Claro que sim. Eu mesmo certa vez queria ir a uma festa de heavy metal, mas fui instruído por dois amigos meus a ficar o tempo todo calado e usar trajes "apropriados" para não ser identificado como normal e sofrer "retaliações". My God. eu não era protestante na época. Mas, ainda que fosse, era forte a curiosidade de ver com meus próprios olhos o comportamento alucinado e violento daquela "comunidade musical" que a mídia transmitia na época. Pelo menos para falar com precisão a respeito. Não que com tudo que eu tenha curiosidade vai ser assim né? Tenho senso do ridículo!

3 - Wannabe - Conforme a wikipedia, um Wannabe (pronuncia-se uon-a-bi) é uma pessoa que imita ou emula outro. O termo deriva das palavras "want to be" (Querer ser). Isto é, o wannabe é uma pessoa que quer ser alguém, geralmente famoso.
Normalmente, esta pessoa imita um artista e em particular artistas de Londres ou Nova Iorque.
Dada a abrangência da induústria cultural dos países dominantes, aqui mesmo no Brasil, notadamente em São Paulo e mesmo na minha afastada Paraíba, é super comum ver e ter contatos com wannabes de artistas ligados ao hip hop, dance, etc.
O visual adotado por eles não é suficiente. A nova tendência é imitar o corpo. Por exemplo, como vários artistas têm exibido um corpo mais viril, a ditadura da imitação os obriga a lutarem ainda que aritificialmente pra ter corpos bem parecidos. (Nota minha).
Esta pessoa precisa se vestir e falar diferentemente das pessoas comuns sublinhar a diferença entre pessoas comuns e artistas.
Muito freqüentemente, esta pessoa tem um bom conhecimento de arte contemporânea e música.

CELIBATÁRIOS (conforme dic. Sociologia de Boudon). ÓTIMO!!! RSRSR

"Celibatário: Segundo as agências matrimoniais, a situação celibatária reveste formas particulares segundo as diferenças sociais dos homens e das mulheres. Com efeito, essas diferenças são muito mais denunciadas entre as mulheres que entre os homens. Ao passo que as possibilidades estatísticas de ser celibatário (após os trinta e cinco anos) são mais fracas para os homens quadros que para os homens operários, tais hipóteses são mais fortes para as mulheres muito diplomadas que para as mulheres pouco diplomadas. A lógica social das alianças é tal que nenhuma correspondência entre estes dois grupos de celibatários pode ser estabelecida.
Se o casamento é um bem social, a exclusão dos homens mais pobres parece compreensível: o seu valor profissional é demasiado fraco para poder ser objecto de troca no mercado matrimonial. Para explicar o facto de o acesso à vida conjugal ser menos fácil para as mulheres mais dotadas, dois argumentos devem ser avançados, remetendo cada um deles direcamente para os interesses em presença (De Singly, 1987):
1. masculinos. Os homens procuram evitar mulheres demasiado diplomadas, "intelectuais", porque temem perder uma parte do seu poder no seio do casal;
2. femininos. Quando têm diplomas suficientes, as mulheres procuram evitar o casamento que lhes impede o prosseguimento de uma carreira profissional, dada a divisão do trabalho entre os cônjuges.
Um outro elemento intervém na produção social deste celibato: é o desfasamento entre o calendário escolar e o calendário matrimonial, desfasamento maior para as mulheres que para os homens. Os investimentos nos estudos e nos inícios da vida profissional têm tendência para retardar a decisão matrimonial das mulheres. Donde um desnível em relação à idade média do casamento, mais jovem para o sexo feminino considerado no seu conjunto.
As representações sociais dão um sentido ao celibato. Os anos 80 contribuíram para legitimar o celibato feminino ao encorajar a união em detrimento do casamento. Alguns slogans vão nesse sentido: "O Verão a dois é natural"; "A sua vida profissional corre-lhe bem, mas isola-o e já não lhe basta". Estas declarações favorecem uma nova gestão da vida privada, não excluindo a vida conjugal na condição de ela não impedir nenhum dos parceiros de levar a sua existência como muito bem entender (De Singly 1987). Mais ainda que os homens, as mulheres celibatárias representam este ideal do individualismo (enaltecido sobretudo pelas pessoas mais diplomadas) na medida em que elas parecem ter escolhido essa situação, contrariamente aos homens.
No séc. XIX, "os celibatários... são marginais que vivem na periferia de uma sociedade cujo centro é a família" (Perrot, 1987). Em contrapartida, na nossa época, a relação para com o celibato transformou-se. Com efeito, a família institucional já não ocupa um lugar central. Os celibatários apresentam-se como os mensageiros dos novos valores que regem a vida privada (independência dos sentimentos e crítica da instituição matrimonial; independência dos cônjuges e crítica da divisão sexual do trabalho). F. S. - Borie (1976).

Fonte: BOUDON, Raymond et al. Dicionário de Sociologia. Dom Quixote: Lisboa, 1990.

Alofilia 1 - o antônimo de preconceito (conceito)

Alofilia— conjunto de atitudes positivas por um grupo que não é próprio da pessoa. O termo deriva dos radicais gregos allo (outro) + phillia ( que gosta ou ama o outro). (Pittinsky, 2005). Trata-se de um fenômeno estudado por cientistas sociais, a alofilia seria o antônimo de preconceitos negativos e o antônimo de um anfitrião de “-ismos”: sexismo, racismo, heterosexismo, discriminação por idade, anti-semitismo, elitismo/classismo, e falocentrismo. A alofilia pode ser sentida em relação a membros de uma raça diferente, sexo, gênero, orientação sexual, religião, inaptidão, classe, nacionalidade, escola, time, ou lugar de trabalho (ocupação).
A Alofilia, conforme Pittinsky & Rosenthal (2006, apud Wikipedia) possui cinco fatores estatísticos: 1) parentesco, 2) compromisso, 3) afeto, 4) conforto, e 5) entusiasmo ( 2006). A escala de Alofilia mede cada um destes fatores.
A imagem abaixo, conforme Wikipedia, estabelece os limites do preconceito, tolerância e alofilia. O remédio típico para o preconceito é trazer grupos contraditórios para dentro de um estado de tolerância. Porém, a tolerância não é a antítese lógica de preconceito, mas é o ponto central entre sentimentos negativos e sentimentos positivos com relação aos outros. A introdução de alofilia— atitudes positivas intergrupais— como uma âncora, identifica um domínio novo para teoria, pesquisa e prática.
Prejudice Reduction - redução do preconceito.
Allophilia enhancement - melhoramento da alofilia.
O artigo científico de Pittinky e outros documentos com estudos referentes à alofilia podem ser encontrados no site da Harvard kennedy School, da qual Pittinsky faz parte:
http://www.hks.harvard.edu/
Procure o campo search (procurar) e escreva allophilia. Estão todos em inglês. Não sei se há algum brasileiro com material sobre o assunto divulgado na internet.
Claro que também há um artigo excelente a respeito da alofilia no tão excelente site da Harvard magazine.

WordArtsfestejos natalinos 1 (PNG)

WordArts rápidas para mensagens de fins de ano. Formato PNG, transparente. No Office 2007, pelo menos, funcionam muito bem. Algumas que fiz anteriormente não funcionaram bem no Word 2003.
As imagens transparentes se sobrepõem a outras nas composições gráficas, porque elas não têm fundo. Por isso, são excelentes pra esse tipo de uso. Nesse caso, elas podem aparecer sobre as imagens.
1 Efeito céu azul com estrelas


2 - Efeito papel brilhoso avermelhado
3- Efeito 3D dourado
 

Estatísticas

Blogger WidgetsBlog statistics Widget For Blogger

Link-Me

Receber atualizações por e-mail

Enter your email address:

Provido por FeedBurner

Seguidores do blog

Mais lidos

Compartilhe