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Modernidade

sexta-feira, 1 de julho de 2005

No Correio de Cabedelo (cidade litorânea da Paraíba) há um programa chamado SARA, ao meu ver, altamente estressante. Uma tarefa simples de pagar uma conta, que se fazia rapidamente, agora leva três vezes mais tempo. O SARA pede confirmação de tudo, faz repetidas e repetidas repetidas perguntas perguntas ao caixa, o tempo PÁRA. Certamente (?), as intenções de quem elaborou o software foram as melhores possíveis, mas não se pensou no que tanto irrita as filas do Brasil: a demora para ser atendido, e o tédio que resulta da espera. As filas, claro, são compostas por serem humanos, alguns estudam, outros trabalham, outros têm tanta coisa pra fazer, ou aproveitaram um tempinho livre para resolver questões financeiras. É péssimo pensar, idealizar um tempo livre, gasto no ócio, na diversão e vê-lo evaporar-se com algo não desejado. Outro dia na Qualitech (uma loja de informática de João Pessoa/PB), deparei-me com um programa para compra financiada com cartão de crédito. O que, normalmente, levaria uns dois minutos, no máximo, levou mais de duas horas. O programa não respondia, a rede ao qual tentava conectar-se não funcionava, o computador parava de responder. Questionei a irritante demora. Irritei-me ainda mais por saber que era um programa obrigatório para as lojas de João Pessoa. Fico pensando nestes programadores, se eles levam em conta a praticidade, a rapidez, o conforto dos contribuintes, das pessoas que usarão o programa e das que terão suas vidas marcadas bem ou mal por estes programas? Como conceituadas empresas e instituições podem trazer tanto embaraço por conta de softwares mal-resolvidos, mal-elaborados, disfuncionais, anti-sociais? Eu querendo mergulhar no fascinante mundo digital e provando amargos frutos da modernidade.
 

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