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Vamos escolher o paraibano do século

quarta-feira, 27 de abril de 2005

And the Oscar goes to...
Augusto dos Anjos (www.funesc.pb.gov.br/art_person_anjos1.shtml).
Que disseram dos professores que, durante anos, trabalharam mais por amor que por dinheiro? Dos policiais, taxados de abusivos, vendidos, infiéis e corruptos? Que disseram dos milhares que morreram de fome e sede? Nenhum deles tem um "EU" que fala tanto quanto Augusto. Por que este foi o ídolo dos estudantes? Por que não o padre "X", o pastor "H", a prostituta "K", o barbeiro "F", o cachorro "B", o burro de dona "S"? Quem era neste espaço geográfico tão conhecido? Quem publicaria a obra de cada cidadão comum? Dos médicos que, mesmo sendo taxados de compradores de diploma, chatos, interesseiros, ajudaram tantas vidas a sorrirem novamente? Ser mãe de família, pai de família não credenciaria ninguém? E as mãos que, com muito suor e baixos salários, levantaram altares, templos, museus, edifícios, escolas, etc? Nenhuma referência? Qual é o século dos séculos? Qual é a pergunta das perguntas? Qual a Paraíba do século? Os marginais jamais entrariam? Políticos, sim, entrariam! Mas, a poesia que penetra tão fundo, pelo menos, mostra que os corações ainda têm seus temperos, sua dominação. Como a linguagem parece cativar mais que as obras, mesmo que espinhenta, amedrontadora, cientificizante.
Mas, a Paraíba, nenhum país, região, instituição, empresa, família se faz individualmente. Há todo um trabalho conjunto, como os dedos de uma mão, como uma imensa ponte que necessita de cada pequeno parafuso. Assim, como nós também precisamos dos nossos inimigos para melhorarmos, a sociedade também precisou dos vilões e problemas para se aperfeiçoar.
And the Life goes to... everyone!
 

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