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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O valor de uma amizade

Reprodução

Essa notícia circula a Internet há meses. Pela carência de fontes, poderia ser até uma lenda, mas gostaria de compartilhar com vocês, porque fala sobre a generosidade e o desenvolvimento de uma amizade.
É a história de Lui Shi Shing e Lu Shao, ambos chineses. Lu Shao possui uma doença genética que dificulta e até o impede de andar. Certo dia ao esperar sua mãe na escola, ela não teve condições de ir, e Shing lhe ofereceu um carona nas costas.
Por oito anos, Shing passou a repetir este ato diariamente. Nestes oito anos, Shao passou a pesar mais, mesmo assim, Shing continuou levando seu amigo, e, segundo se informa em algumas fontes da Internet, ele não sentia tanto o peso de seu amigo.
Para Shao, este ato fez com que ele visse o sol em sua vida, porque afastou uma nuvem escura.
Essa história fala bem sobre um lado precioso da amizade. Não é necessário que ela surja de momentos bons, de festas e sorrisos. Nestas horas de prazer, parece ser mais fácil que multidões estejam do nosso lado, compartilhando pulos, danças, olhares, roupas bonitas e alegrias diversas.
Só que comumente quando passamos por situações muito difíceis, em que ficamos impedidos de dar andamento ao nosso viver, que nos impedem de seguir nosso caminho, é que fica mais fácil reconhecer uma amizade. Do mesmo modo que é fácil compartilhar a bebida e o prato de sorrisos, é espontâneo na amizade compartilhar o prato e a bebida de lágrimas, de tal modo que o tempero dos gestos de solidariedade consegue aliviar e tirar a insipidez e a intragabilidade.
Quando a nuvem escura tapa nossa visão fazendo com que tudo fique escuro ao nosso redor, é que gestos de bondade podem mostrar o valor da luz que uma amizade pode irradiar.
Se alguém carrega nosso peso por algumas horas em um dia, pode não ter a mesma paciência por dias e meses seguidos. Mas quando há um empenho verdadeiramente sincero de alguém em nos fazer marchar, caminhar, seguir adiante, nos fazer chegar onde precisamos, aí temos outra característica de uma grande amizade: a capacidade de se superar junto conosco, e uma fidelidade incansável.
Outra coisa que fica com a amizade é o sentimento de alegria e satisfação por poder contar com ela. Sem cobranças, sem fingimento, sem interesses mesquinhos e vãos. Podemos ter certeza que não estamos sós, que nosso barco não está à deriva, que temos alguém para vencer a forte travessia, fazendo com que tempestade e suas nuvens escuras dêem lugar a um dia ensolarado. É a amizade e o amor nutrido por ela que nos dão forças.
Unidos, como que costuramos na alma. Se o amigo faz com que eu veja o sol, nem eu nem ele saberíamos como seria este sol se não houvesse essa união de momentos e vivências. Penso que eu não posso ter luz se não fizer com que esta luz seja vista e aqueça.
Reconheça e valorize seus amigos!

(Texto de Jackson Angelo)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Equilíbrio e cooperação - uma importante lição

Há anos atrás assisti esse curta na internet. Trata-se de Balance (Equilíbrio). Lançado em 1989, na época ganhou o Oscar de melhor filme na categoria.
Balance é uma produção genial, de mensagem eternamente viva. Ele fala sobre a importância da cooperação entre os indivíduos e o desastre da ganância e do egoísmo. Os personagens são cinco indivíduos, todos iguais um ao outro. Eles vivem em uma pequena plataforma no espaço. 
A dinâmica que garante sua sobrevivência é a coordenação harmônica entre todos, o que gera um ambiente em que cada um sabe que precisa do outro para sobreviver e continuar equilibrado naquele espaço.

   

Assim, sempre que um deles se move, os outros devem fazê-lo, para assegurar que a plataforma não caia, e naturalmente evitar que todos morram. A tensão, o conflito se inicia quando um deles traz uma caixa para a plataforma. Todos ficam curiosos quanto ao seu conteúdo. E mais do que isso: desejosos pela caixa. Assim, a cooperação passa a ser abalada por conta do individualismo e do egoísmo. O objetivo é se apossar da caixa. Ela até poderia ser, de algum modo, posta na plataforma sem prejudicar o equilíbrio. Mas a caixa passa a simbolizar algo que fará um ou outro superior pelo simples fato de tê-la, fazendo com que o interesse vital pelo equilíbrio se perca e prepondere o egoísmo. Esse egoísmo leva cada um a querer se desfazer do outro, de modo que o outro seja eliminado. Assim, cada um deles vai sendo posto para fora da plataforma, por conta do desequilíbrio causado pelos movimentos de cada um. Eles já não agem para se manter vivos em cooperação, mas para se destruírem reciprocamente. Até que resta apenas um sobre a plataforma, só que a caixa está do seu lado oposto, o que faz com que este não possa mais se movimentar ou despencará do alto como os demais.

terça-feira, 7 de abril de 2009

VOCÊS VÃO AMAR ISTO EU GARANTO

ASSISTA ESTE VÍDEO E SINTA O QUANTO TANTA COISA QUER NOS AFASTAR DO CAMINHO DA JUSTIÇA: A TRISTEZA, AS SENSAÇÕES DE DESESPERO, AS VAIDADES NOCIVAS, A SENSUALIDADE, AS FALSAS LIBERDADES, ENFIM TODO EXÉRCITO QUE EXISTE PRA NOS DESTRUIR. E AINDA PIOR, NOS IMPEDIR DE SE ACHEGAR À FORÇA LIBERTADORA QUE ESTÁ EM JESUS CRISTO. COM QUANTA COISA PRA FICAR DE PÉ NÃO JÁ BATALHAMOS E TEMOS QUE DIARIAMENTE BATALHAR? CONFESSO QUE INICIALMENTE ACHEI SER ELE ALGO SEM UMA MENSAGEM MUITO PROFUNDA, MAS DESAFIEI MINHA FALTA DE INTERESSE E FUI RECOMPENSADO COM UMA MENSAGEM PODEROSA.
AQUELE QUE VENCEU A PRÓPRIA MORTE, NÃO PODE VENCER TODAS ESTAS COISAS QUE SÃO OS CAMINHOS QUE CONDUZEM À MORTE?POR FAVOR, INSISTO QUE ASSISTA ATÉ O FINAL. É ARTE, É FÉ, É VIDA.



quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Psicóloga Jessica Cox - primeira pilota sem braços

Algumas imagens de Jessica Cox, com registro de sua vida desde a infância. O que me deixa feliz é a mensagem de companheirismo dos seus pais. Acho que eles tiveram um papel mais do que fundamental nessa história.
Quase todo mundo já ouviu falar sobre ela, menos eu: Jessica Cox, Americana que entrou para a História como a primeira pessoa sem braços que conseguiu permissão para pilotar avião. E com méritos. Conforme notícia divulgada no jornal o Globo:
"Nascida sem os braços por conta de um defeito genético, a americana Jessica Cox vem ganhando popularidade nos Estados Unidos como exemplo de superação ao se tornar a primeira pessoa a dirigir um avião somente com os pés e conseguir uma licença de piloto de avião esportivo. Aos 25 anos e formada em psicologia, Jessica trabalha com palestras motivacionais, nas quais sua história é contada como forma de incentivar a superação de obstáculos. A aparente limitação física não a impede de levar uma vida normal. Desde a infância, Jessica aprendeu a usar os pés para realizar tarefas do dia-a-dia como escovar o cabelo, usar o computador, colocar lentes de contato, preparar uma refeição ou falar ao telefone. Jessica também aprendeu a dirigir usando os pés e conseguiu uma carteira de motorista sem restrições, usando um carro comum, sem adaptações."

Desde a primeira infância suas pernas serviram-lhe de mãos. Como todas as crianças, ela passou por várias fases de desenvolvimento. Ela aprendeu a comer sozinha, escrever, tudo através das pernas. Ao longo da infância, ela participou de várias atividades como: natação, ginástica, dança. Jessica começou a praticar Taekwon-Do quando tinha 10 anos e aos 14 ela já receberia uma faixa preta. Através das pernas ela imprime uma média de 25 palavras por minuto. Ela faz coisas que uma pessoa "naturalmente" normal não consegue fazer.
Pessoas assim nos ajudam a tornar a refletir sobre nosso posicionamento diante dos problemas e limitações, de tal modo que possamos afastar os flagelos do derrotismo, das constantes lamentações e do negativismo e aprender a ter atitudes e pensamentos mais construtivos e positivos. Este é um verdadeiro Sonho de Ícaro.

Site oficial com vídeos:
http://www.rightfooted.com/see/


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