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Wallpapers abstratos para download

terça-feira, 21 de setembro de 2010

O abstrato me traz logo uma ideia de uma realidade distante e impossível, mas com significados diversos, alguns deles muito estranhos, outros insondáveis. Ainda que o abstrato soe louco, bizarro, mesmo assim, consegue representar com muita eficiência o belo. Por vezes se junta com o real e lhe dá um novo significado.

Amo demais wallpapers, esses 64 são de sites gratuitos também. Alguns são geniais, outros batidos, mas ainda com alguma graça. Enfim, são esforços pela arte digital.

Para baixar clique na imagem prévia. Arquivo zipado com 33 mb.

Alfabeto inspirado em Pocoyo

Mesmo nos fóruns mais competentes de internet, permanece a incógnita: qual a fonte utilizada em Pocoyo? Alguns afirmam que, a exemplo de outras fontes vistas em logotipos, não se trata de uma fonte completa e sim de um conjunto de letras criadas apenas para o logotipo. Realmente, se prestar atenção no logotipo de Pocoyo vai ver que a letra "o" é diferente nas três vezes em que aparece.
Então, me desafiei: criar um alfa/alfabeto inspirado em Pocoyo. Criar as bases coloridas foi até fácil, mas inventar o formato das letras foi complicado, para mim que nunca fiz isso. Aproveitei algumas características das letras do logotipo para sair dando forma a uma e outra letra. Então, o que saiu desse desafio tá aí. Não pus os números 6 e 9 no preview (mas elas contam no arquivo) porque achei que ainda faltam uns retoques.
O alfabeto está no formato PSD e também tem letras separadas no arquivo, se tiver dificuldade com Photoshop. Todas as letras possuem camadas separadas. As bases se dividem em: unidas, como aparece no logo e separadas, quer dizer, cada cor separada. As letras estão reunidas em grupos. Então, para selecionar as letras, vá no grupo correspondente e marque a letra desejada na aba de camada.

Para baixar clique em qualquer imagem


Abaixo o nome Maria no estilo Pocoyo

Invasão de propriedade

http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Ativismo-nao-e-crime/

Não pule essa cerca!
Há milhares de crianças acorrentadas lá
Negras, asiáticas, brasileiras
Vendidas pelos pais, pelos, tios, pelos irmãos
Escravizadas, torturadas, objetos perecíveis!
Não pule essa cerca: é invasão de propriedade!
Não vasculhe esses documentos
Sei, eles provam os escândalos dos coronéis
Provam toda corrupção que negamos
Todo povo que roubamos!
Mas, afinal, quem é você?
Você não tem autorização para isso!
Não! Não entre aí!
Aqui só entram os convidados!
Só a elite da elite!
Para festejar a carnificina da humanidade!
Negociamos simplesmente seres humanos!
Seu nascimento, vida e morte,
Sua infância, juventude, sua velhice
O que você tem a ver com isso?
Não! Não pule esses muros!
Encontrará o herói vendendo cocaína
Encontrará o pudico fazendo strip-tease
UM sorridente exército de vidas apodrecidas
Símbolos de poder, de sucesso, a bandeira da Terra!
Não tens convite, não entre!
Não foste chamado, não te intrometas!
O que espera ver?
As últimas espécies ameaçadas dançando em nosso circo?
Ou enfeitando nosso exótico cardápio?
O sangue que perfuma nossa fome de poder?
A mísera raça humana em que pisamos e remoemos?
Para, com seu sangue, fabricar o vinho de nossa sagrada embriaguez?!
 

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