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Retrato do homem daqui a 200 anos

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Os pesquisadores da Universidade de Los Angeles comporam o retrato do homem, que viverá no planeta terra daqui a 2000 anos. Eles serão assim:
- Os olhos, para resistirem o contato com a atmosfera poluída tornarão mais pequenos e parecidos aos dos porcos, membrana transparente (que agora temos nos cantos dos olhos) tornarão-se maiores nos próximos séculos.
- O nariz aumentará de tamanho e estarão divididos em compartimentos e cavernas, para melhor filtrar o ar, os pelos do nariz ficarão mais grossos e longos.
- Os pulmões ampliarão-se de tamanho e possarão a ter uma circulação do sangue mais espesso, que possibilitará extrair do ar aquela quantidade suficiente do oxigénio, e depois conservado, este servirá ao recém-nascido que respirará deste ar através de um aparelho nos primeiros dias de vida;
- O fígado aumentará imensamente, para filtrar melhor as substâncias venenosas;
- A pele tomará uma forma mais rude, a fim de prevenir a pele de queimação em contacto com a poluição química na atmosfera;
- O apêndice novamente começará a funcionar, ajudando na digestão, e daqui a 2000 anos a nossa alimentação será somente de vegetais (pois a carne será inútil para o consume, devido a poluição do ambiente);
- Os pelos desaparecem, devido á um forte aquecimento global;
- Uma forte poluição sonora fará com que as nossas orelhas se parecessem com as dos cães. O homem poderá levantar-las para ouvir o outro e vice-verça para reduzir a entrada de ruídos.
- Os rins terão uma nova função – extrairão a água da urina e conservarão-as no organismo. Em vez do líquido, o homem urinará papinhas, composto de substâncias ácidas.
Além dessas mudanças, o homem enlouquecerá um pouquinho. Isto será causado pelas substâncias venenosas na nossa alimentação (que agora podemos observar nas pessoas alimentando-se de comida que contem uma alta percentagem de mercúrio).
Fonte: Pravda.ru

Parabéns ao aniversariante





Vou te contar uma história comprida: uma menina preparava um bolo como forma de dar seus parabéns pessoais a um aniversariante. Ela notou que não haveria festa e que todos na casa não encontraram tempo pra planejar nada. À noite, o aniversariante chegou do trabalho e viu o bolo ainda sendo feito por ela. Ele soube que ela já estava há mais de duas horas decorando o bolo, embora estivesse visivelmente feio, disforme e não parecia apetitoso. De fato, ele provou um pedaço do bolo que havia sido cortado antes da "decoração": "Que gosto horrível!". Mas, foi o melhor que a menina pode fazer. Para completar sua angústia, a menina ainda enfeitou o bolo com farelos de um doce de leite, desses bem comuns que se vendem em qualquer feira livre. Quando mais ela esfarelava o doce, mais esfarelado ficava seu coração. O aniversariante estava se sentindo como num fuzilamento: fuzilado no dia do próprio aniversário.
O aniversariante ficou ainda mais triste porque convidaram seus irmãos e outros familiares de última hora. A festa seria na sua casa, que estava feia, com móveis pedindo conserto, paredes pedindo pintura. As comidas seriam servidas em pratos comuns. Não era ali o local que ele sequer pensaria. Fora que nunca lhe fizeram uma festa. E pensou que, passados tantos anos, pelo tanto que ele se deu, por tudo o que ele fez, sua primeira festa seria inesquecível.Sua irmã aproveitou o que pode na geladeira e no armário: salsicha, linguiça, verduras, cuscuz, carnes, frutas, doces, entre outros. Bem, ao menos isto escapou, nada planejado, mas sua irmã criativamente deu vida a coisas que até apodreceriam na geladeira por desinteresse.Ele chamou sua mãe e reclamou: "Mãe, não é esta a festa dos meus sonhos!!! Vocês nunca fizeram nada pra mim e quando fazem! Estou com vergonha, melhor seria não fazer nada. Fora que o bolo está feio, com um gosto horrível. Eu mesmo teria comprado material pra festa se me pedissem, para não ser apenas isto. Minha mãe perguntou se isto me deixava triste, pois a última coisa que todos queriam era me deixar triste, pelo contrário, mas pediu que eu aproveitasse, era só um pequeno parabéns, não representava o que todos eles queriam me dar.
Bem, chegou o momento dos parabéns. O aniversariante recebeu as homenagens. E na hora dos comes e bebes, foi muito divertido, cada um que contasse uma história engraçada. Eles que sempre participaram nos piores e melhores momentos da vida dele, estavam fielmente lá ao lado do aniversariante.
Passado o choque da realidade com o egoísmo e a vaidade, a luz conseguiu desfazer as trevas do orgulho.O aniversariante conseguiu entender que o presente era todos eles que vieram. Ele viu que seus amigos e irmãos se deram neste dia. O marido de uma de suas irmãs e ela mesma trabalharam o dia todo, chegaram cansados, mas aceitaram estar lá porque gostavam do aniversariante. Estavam com sinceridade, sem atavios, maquiagens pesadas, roubas pra lá de requintadas, mas com muita, muita alegria. Eles também entendiam que o aniversariante estaria feliz por eles estarem lá ao seu lado, comendo com ele, compartilhando uma existência, não uma festa. Aquilo não era a festa da pompa, mas a festa dos sentimentos, do contentamento pela sua vida.
Todos abandonaram suas rotinas, dores e problemas, para estarem lá na hora combinada. Vidas ao lado da sua.
O bolo tão feio foi preparado com horas de entrega, esperando ser o melhor que alguém poderia fazer naquele instante. Ele comeu respeitosamente, como os judeus fazem com o pão ázimo.
A dor provocada pelo egoísmo cedeu lugar ao prazer proporcionado pelo amor.
Mais vale uma palavra sincera e sentida verdadeiramente por quem a envia do que mil palavras copiadas, sentidas por outras pessoas.
Assim foi o meu aniversário!!!!!

Hoje não


Perguntas, perguntas, perguntas. Respostas, respostas, respostas. Hoje, não quero perguntar nada, nem quero responder nada, nem quero que ninguém responda algo que há muito perguntei. Nem quero ler livros com explicação pra tudo. Nem quero aprender nada novo. Nem me examinar o coração. Quero só ver com meus olhos a vida. O passar do sol, dos pássaros, dos cachorros, dos mosquitos. Ouvir o vento, as ondas do mar, estar por estar . Descansar, acordar sem compromisso, não pagar nada. Não ir a lugar nenhum. Não me preocupar com o excesso de peso. Esquecer a poluição do excesso de responsabilidades e problemas.
Tanta coisa fumega na cabeça.
Hoje, simplesmente hoje, não quero pensar nada.

Ainda não há culpa




Miguel Padura RecurrentDream

Ainda não aconteceu. Não aconteceu ainda.
Ainda a terra está firme
E o coração sabe como fazer

Ainda

Não ou sim, ainda não escolheu
Ainda pode escolher
Sim ou não, o talvez é impossível
Talvez sim, talvez não, será sim ou não
Ainda há luz antes do abismo se abrir
Antes das trevas apagarem todas as cores
Toda lucidez

Ainda não há culpa
Ainda não houve o crime
Ainda se pode pensar
Ainda se pode direcionar a vontade

Ainda

Ainda não aconteceu. Não aconteceu ainda.
Ainda a terra está firme
E o coração sabe como fazer

O VERÃO - reflexão sobre o verão, os momentos brilhantes da vida



Existem momentos em nossas vidas em que é melhor se calar do que se antecipar. Faça o que estiver ao seu alcance, porque um dia o inverno chega. E o que sobra são apenas lembranças do verão. E se o verão foi ruim nem lembranças teremos, só o frio como companheiro.

O texto acima digitalizado é de autoria do meu amigo Germano, um jovem de 18 anos. Achei muito lindo. Fiquei pensando no verão de nossas vidas, quando somos jovens. No verão que acontece quando estamos juntos de pessoas que em algum dia não mais veremos.
O verão da beleza, do vigor, dos sonhos, da ousadia da juventude.
O verão de nossas lábios que podem falar ainda coisas boas e não morrer de desgosto ou arrependimento.
O verão onde o sol da amizade, da paz brilha e não atrapalhamos com o gelo frio do desprezo, da descrença, da desconfiança.
Tantos verões nos cercam durante o dia, mas nos fechamos em uma caverna escura, fria, geladíssimos, impassíveis, aceitando tudo como quem fica congelado, preso, sentenciado, condenado em um cubo de gelo.
Pense no verão que derrete, no verão que ilumina, que nos faz suar, que convida a sair de dentro, de dentro mesmo da casa, a andar, passear, nadar nos mares, velejar.

O verão de Jesus: o sol da justiça.

Nada contra o inverno ou contra a velhice, mas há coisas que na velhice não fazemos por conta do tempo que não temos, do vigor que não é o mesmo, e outras coisas. Mas, certamente, é possível viver e ter alegria, ter um VERÃO.
O inverno não é o fim, é uma estação linda, com propriedades únicas, mas vi no texto um inverno que chega e em que as pessoas precisam se unir, estar mais próximas, se aquecer, isto é, há momentos, fases de nossas vidas quando precisamos ter gente de carne e osso ao nosso lado, e muito mais por contra do frio, isto é, da situação difícil, das necessidades afetivas que todo mundo têm. Senti, assim, um frio que aprisiona, que faz as pessoas se esconderem, ficarem paradas, sem movimento, sem luz.
 

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